segunda-feira, 15 de março de 2010

CONTOS PROIBIDOS


Era mais uma daquelas noites sem pretensões, sem ilusões.
Apenas amigos e uma fictícia mesa de bar.
No meio da noite: vinho tinto e Billie Holiday pra completar.
O clima esquentava, e o que normalmente se transformava em um “boa noite” e "até mais", se encaminhava para uma madrugada com Herbie Hancock... sútil, ardente e promissora.
Na pele os sintomas, um misto de tesão e pathos. Palavras certeiras que determinavam o prelúdio.
Massagem, corpos em chama, sussurros… Dúvidas? Sei lá…
Enfim, amor corpóreo, efêmero, mas gostoso.

Nada como uma noite de “amor louco”, proibido, inesperado, mas mesmo assim, desejado. 



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